Tu vives no teu mundo, e esqueceste-te que o teu mundo era eu. Oh, mas isso já passou, eram felizes os tempos em que eu era o teu mundo e tu eras o meu. Mas as coisas mudam, e as pessoas também, como tu. Prometi a mim mesma que nunca mais voltaria a importar-me contigo, a correr atrás de ti, a não desesperar por não te lembrares que eu ainda existo. Já quebrei muitas promessas que fiz a mim própria por não ter sido forte o bastante para as cumprir.. Mas chega. Não sou a pessoa a quem tu corres quando mais ninguém te procura, eu não sou mais a pessoa que procuras quando ninguém corre atrás de ti. Sabes, eu fi-lo. Muitas vezes eu dei o braço a torcer e pedi-te desculpas. Pedi desculpas quando eras tu que devias pedir. E fazes ideia do quão feliz eu ficava quando fazíamos as pazes? Tu desculpavas-me quando eu nunca te iria perdoar. Se tivesse sido mais forte, eu nunca teria pedido desculpas para não te ver partir, não teria corrido atrás de ti para não te perder. Mas pedi, mas corri, mas importei-me. Importei-me demasiado contigo! Eras a minha principal preocupação quando eu era a tua última. Desculpa(-me) de novo, mas desta vez acabou. Acredita que me custa imenso ver-te partir da minha vida e não fazer nada para impedir que vás.. Mas tu já não me dás os motivos que davas de querer ficar.
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