Gostava de pelo menos te dizer aquilo que durante todo este tempo tive receio de dizer. Gostava de gritar contigo e que percebesses tudo pelo que me fizeste sofrer. Não vou dizer que já não te amo, não. Ainda sinto muito por ti, infelizmente. Não vou dizer que já não me és indiferente porque ainda não o és. Gostava que metesses a mão na consciência e percebesses a merda que fizeste, o quão me magoaste e deixaste sem explicação. Gostava que percebesses o quanto me deitaste abaixo sem querer. Gostava que aprendesses algo na vida e que o soubesses usar. Mas enquanto isso não acontece aproveita bem a vida, pois dizem que «a vida não é mãe; é madrasta. Ela nos tira mais do que dá.»
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